A VOZ DO SILÊNCIO E DA SOLIDÃO IMENSA..


A pessoa que sou é única, limitada a um nascer e a um morrer, presente a si mesma e que só à sua face é verdadeira, é autêntica, decide em verdade a autenticidade de tudo quanto realizar. Assim a sua solidão, que persiste sempre talvez como pano de fundo em toda a comunicação, em toda a comunhão, não é 'isolamento'. Porque o isolamento implica um corte com os outros; a solidão implica apenas que toda a voz que a exprima não é puramente uma voz da rua, mas uma voz que ressoa no silêncio final, uma voz que fala do mais fundo de si, que está certa entre os homens como em face do homem só. O isolamento corta com os homens: a solidão não corta com o homem. A voz da solidão difere da voz fácil da fraternidade fácil em ser mais profunda e em estar prevenida.

Vergílio Ferreira

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A Distinção Tem um Código...

Zeca Afonso-Traz Outro Amigo Também


Demissão!

Uma janela de oportunudade

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

ABRIRAM-SE AS PORTAS PARA NOVOS ACORDOS COMERCIAIS COM A VENEZUELA..PORQUE SERÁ?.....

Grandes Senhores:José Manuel Barroso, aka Durão Barroso


Por causa destes jeitosos saberem tanto de matemática é que nos lixamos...

Ministro da Educação? Esses bloggers chamam cada nome às pessoas...Chega mesmo a ser ofensivo...


A Matemática como o princípio da passagem ao estado gasoso...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Fio de Prumo Ditos e mitos...de Paulo Morais...a verdade é como o azeite vem sempre ao de cima....




Quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política, os gestores públicos.


A mentira mais repetida na vida política portuguesa é a de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, trabalham pouco, ganham demasiado e deveriam poupar mais. Nada de mais errado: este conjunto de mitos constitui um embuste.


O primeiro mito é o de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, fazem férias caras e compram bens que não deviam. Um logro. Quando adquirem bens ou serviços, os cidadãos fazem-no ou com o seu dinheiro ou a crédito. No primeiro caso, estão no seu direito. Na segunda hipótese, a responsabilidade será sempre do cliente; ou, se resulta de má avaliação ou ganância por parte da banca, é por esta que deve ser assumido o prejuízo. Muito pelo contrário, quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política, os gestores públicos e todos os que comem da manjedoura que é o orçamento do estado. O português comum, esse, infelizmente, tem vivido muito abaixo do nível médio do europeu.


O segundo mito, em Portugal trabalha-se pouco. Uma falsidade. Os nossos trabalhadores cumprem horários semanais dos mais extensos da Europa. Estão é mal enquadrados e são mal dirigidos. Na administração pública, a gestão é fraca, os dirigentes, "boys" partidários, são, na sua maioria, habilidosos caciques e organizadores de campanhas, mas péssimos gestores. Acresce que a incompetência se contagia às empresas privadas que vivem de favores do Estado e que, para isso apenas, contratam traficantes de influência. Com dirigentes destes, a produtividade só poderia ser fraca. E ganham demais? Não me parece que salários altos alguma vez tenham sido o problema de Portugal. Pelo contrário, é lamentável que tenhamos chegado a 2011 com um ordenado bruto médio de 900 euros, o que representa um rendimento líquido mensal de 711 euros. Isto é ganhar muito? Finalmente, é agora moda pedir aos portugueses que poupem. Mas vir pedir a um povo, que tem salários de miséria, para poupar é, no mínimo, ridículo e insultuoso. E inútil. Todo este chorrilho de mentiras e moralismos apenas servem para disfarçar a incapacidade dos políticos. O que os portugueses precisam não é de lições de moral, mas sim de governantes competentes e sérios.
Evolução dos políticos portugueses....

Shakespeare never wrote a single word...

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Os Clássicos da Carraça:Z de Costa Gravas (1969)

Povo que lavas no rio

WIM MERTENS WHAT YOU SEE IS WHAT YOU HEAR ..depois não se queixem.......

Os Intelectuais e as Massas ...E NÓS POR CÁ SEM MASSA E SÓ COM INTELECTUAIS DA TRETA...LOGO ESTAMOS FEITOS AO BIFE.....




Os intelectuais fazem a teoria, as massas a economia. Finalmente, os intelectuais utilizam as massas e através deles a teoria utiliza a economia. Por isso é-lhes necessário manter o estado de sítio e a servidão económica - para que as massas continuem a ser massas manobráveis. É bem certo que a economia constitui a matéria da história. As ideias contentam-se com conduzi-la.

Albert Camus, in 'Cadernos'

Radiohead - Creeps..A CARRAÇA APRESENTA-OS...E ESTA MÚSICA ASSENTA-LHE QUE NEM UMA LUVA...


























Todos os Santos...